O Sol Brilha Aqui

a minha visão colorida do mundo


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Ultimamente…

…os decibéis têm subido consideravelmente no local onde trabalho e há alturas mesmo insuportáveis.

Vou trazer uns tampões para os ouvidos, deve ser uma das soluções viáveis.

Fugir daqui vai mesmo ter de ficar para depois!

poluição sonora

Nunca fui, mas dizem que nas raves o som é igualmente horripilante de tão electrónico!

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Piropo à James Dean

 

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Pára o carro. Abre a janela. De cigarro ao canto da boca e beiça meio descaída, profere: Amo-te!

E foi assim o piropo à James Dean de que fui “vitima”.

Vítima sim! Porque o exemplar que conduzia o automóvel nada tinha de James Dean além do cigarro ao canto da boca!

 

[P.S. – realmente hoje foi um dia pleno de emoções…]


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Sem stress

Desde sempre que me conheço a ter um certo pavor de cabeleireiras.

Estas são deveras conhecidas por gostarem de meter a tesoura onde não são chamadas e até se esquecem que aquilo corta á séria.

Em criança a minha mãe dava-me valentes carecadas, o dito corte de cabelo à rapazinho. Diz ela que me queixava imenso enquanto me penteava até ás lágrimas chegar. Por isso o veredicto era sempre o mesmo: cortar curto!

Claro está que a partir de certa altura me impus! E desde então que fiquei com tal trauma de cortar cabelo, que a minha cabeleireira durante anos e anos, sempre que me via chegar, perguntava: Vens cortar ou fingir que cortas?

Aquilo era alí ao milímetro, ela com muito cuidado e eu de espada em punho para usar caso a apanhasse em falso!

Hoje, lá fui bem cedo avisar que me aguardasse no final da tarde e assim fiz,

Cortei um bom pedaço de cabelo. Mas sabem o melhor? Nem sequer olhei para o chão numa tentativa de contabilizar os centímetros ( e foram uns quantos) que me levou.

Só agora é que percebi como estive sempre descontraída e tranquila, sem stresses nem preocupações.

Bom, parece que o trauma foi superado!

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